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Dicas

Aspartame aumenta risco de câncer

Um dos meus princípios de trabalho (e de vida!) é não usar açúcar ou adoçante. Além de não utilizar, recomendo que o cliente faça o mesmo, aprendendo a sentir os sabores dos alimentos (e caso ainda não consiga, que use rapadura ralada, mel – clica aqui para saber mais sobre ele –  ou stevia, até chegar lá). E não é por ser xiita (rs). É porque adoçante faz mal, sim.

Um dos estudos mais recentes que prova isso é de um hospital universitário de Harvard, o Brigham and Women. Os investigadores encaminharam um comunicado à imprensa, com o título A verdade não é doce quando se trata de adoçantes artificiais. Ele continha os resultados de uma pesquisa de 22 anos, a mais  longa em seres humanos, que comprovou a associação entre o aspartame e o câncer, mais especificamente o linfoma não-Hodgkin, que atinge as células de defesa do organismo, (o mesmo tipo de câncer que teve o ator Reynaldo Gianecchini, lembra?).

Infelizmente, apenas meia hora depois, eles voltaram atrás, dizendo que as conclusões eram fracas e que anunciar aquilo foi uma ato prematuro. Não sabemos bem porque… mas sabemos o poder que tem a indústria alimentar e dietética. Polêmicas à parte, vamos ao que concluiu o estudo. A partir de estatísticas de 48 mil homens e mais de 77 mil mulheres com mais de 20 anos de idade, descobriram, entre outras coisas, que os pacientes do sexo masculino que consumiram mais de um refrigerante diet (falei sobre bebidas açucaradas aqui!) por dia tiveram um risco aumentado de desenvolver os cânceres do tipo mieloma múltiplo e linfoma não-Hodgkin. Já a leucemia foi associada ao consumo de refrigerante dietético em ambos os sexos.

Infelizmente, a assunto não foi divulgado. E nem sabemos quando será tão cedo abordado novamente. Então, que tal começar a repensar mais uma vez seus hábitos de vida? Cortar o adoçante não mata ninguém (rs). Seu organismo agradecerá em alguns anos de vida. O #projetoveraopravidatoda não pode parar.

 

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